AMIZADE

Quero celebrar mais um ano de vida com o que ela me deu de melhor: meus amigos.

Meus amigos são bacanas, são inteligentes, são bonitos.

Meus amigos têm muito bom-gosto, pois são meus amigos!

Festa, festa, festa!!!

São 27 primaveras no próximo dia 31 de agosto, uma sexta-feira!

E quando o aniversário cai numa sexta não resta nada a não ser comemorar!

Fechei uma balada só pra gente! É o SglooBar (www.sgloobar.com.br), na Vila Leopoldina -- também conhecida como nova Vila Madalena, pq eu sou chique, né?

Por um precinho camarada (R$ 30) você vai poder:

- beber quanta cerveja quiser
- beber quantas caipirinhas e caipifrutas de pinga, vodca ou saquê quiser
- beber quanto refri e água quiser
- comidinhas e pestiscos à vontade
- escolher as músicas que quer danças, pois o pick-up está dominado

Conto com a sua presença! E meus amigos também podem levar seus amigos! Orkut é brega, mas rede real de relacionamentos é o que há!

"Se os meus amigos me fugirem, muito infeliz serei, pois de mim fugirão todos os tesouros." (Mohalhil)

Deu no NYTimes - e não é a música do Jorge Benjor

O que me interessa nessa matéria não é a tentativa de os cientistas provarem que não existem experiências "estranhas/inexplicáveis/espirituais", mas sim como esses caras são malucos e inventam técnicas interessantes para provar qualquer coisa nesse mundo.

Cientistas induzem sensação de estar fora do corpo em pessoas saudáveis
> subtitulo = ''; if (subtitulo.length > 2) { document.write (''+subtitulo+'
') };
por Sandra Blakeslee

Usando óculos de realidade virtual, uma câmera e uma vara, cientistas induziram experiências de estar fora do corpo - a sensação de viajar para fora do próprio corpo - em pessoas saudáveis, de acordo com experimentos sendo publicados pela revista Science.

Quando as pessoas vêem uma imagem ilusória de si mesmas pelos óculos e são tocadas com uma vara, elas sentem como se tivessem deixado seus corpos.

A pesquisa revela que "a sensação de ter um corpo, de ser um ente corpóreo" é de fato construída por correntes sensórias múltiplas, disse Matthew Botvinick, professor de neurociências da Universidade de Princeton, especialista em corpo e mente que não participou dos experimentos.

Em geral, essas correntes sensórias, que incluem visão, tato, equilíbrio e sensação da posição do corpo no espaço, trabalham juntas imperceptivelmente, disse Botvinick. Mas quando as informações das fontes sensoriais não se encaixam e saem de sincronia, a sensação de estar no corpo como um todo se desmonta.

O cérebro, que detesta ambigüidades, então força uma decisão que pode envolver a sensação de estar em um corpo diferente, mostram os novos experimentos.

A pesquisa fornece explicação física para fenômenos geralmente atribuídos a influências de outros mundos, disse Peter Brugger, neurologista do Hospital Universitário de Zurique, na Suíça. Depois de ferimentos súbitos e severos, freqüentemente as pessoas contam ter tido a sensação de flutuar para fora de seu corpo, olhar para baixo, ouvir o que é dito e então, igualmente subitamente, encontrarem-se novamente dentro do corpo.

A nova pesquisa é o primeiro passo para se entender exatamente como o cérebro cria essa sensação, disse ele.

Os experimentos fora do corpo foram conduzidos por dois grupos de pesquisa, usando métodos ligeiramente diferentes, com a intenção de expandir a chamada ilusão da mão de borracha.

Nessa ilusão, as pessoas escondem uma mão no colo e olham para uma mão de borracha em cima da mesa na frente delas. Quando o pesquisador toca na mão verdadeira e na mão de borracha simultaneamente com uma vara, as pessoas têm a sensação vívida de que a mão de borracha é a sua.

Quando a mão de borracha é atingida com uma machadinha, as pessoas contraem-se e às vezes gritam.

A ilusão mostra que as partes do corpo podem ser separadas do todo quando se provoca um desencontro entre tato e visão. Isto é, quando o cérebro vê a mão falsa sendo tocada e sente a mesma sensação, esta é erroneamente atribuída à falsa mão.

Os novos experimentos foram desenhados para criar, com manipulações similares, uma ilusão do corpo inteiro.

Na Suíça, Olaf Blanke, neurocientista da Escola Politécnica Federal em Lausanne, pediu aos participantes para vestirem óculos de realidade virtual em uma sala vazia. Uma câmera projetou a imagem de cada pessoa tomada das costas e mostrada a 1,8 m de distância. Então, elas viam uma imagem ilusória de si mesmas a uma certa distância.

Então Blanke tocava as costas de cada pessoa por um minuto com uma vara, enquanto projetava simultaneamente a imagem da vara na imagem ilusória do corpo da pessoa.

Quando os toques eram sincronizados, as pessoas tinham a sensação de estar momentaneamente dentro do corpo ilusório. Quando os toques não eram sincronizados, a ilusão não ocorria.

Em outra variação, Blanke projetou um "corpo de borracha" - um manequim barato comprado no eBay, vestindo as mesmas roupas do voluntário - nos óculos de realidade virtual. Com toques sincronizados, a sensação de ser das pessoas passou para o manequim.

Um conjunto de experimentos separado foi desenvolvido por Henrik Ehrsson, professor assistente de neurociências do Instituto Karolinska, em Helsinque.

No ano passado, quando Ehrsson era "um aluno de medicina entediado no Colégio Universitário em Londres", ele se perguntou: "O que aconteceria com uma pessoa se 'tirasse' seus olhos e os colocasse em um ponto diferente de uma sala? Ela se veria onde seus olhos estavam? Ou onde seu corpo estava?"

Para descobrir, Ehrsson pediu às pessoas para sentarem em uma cadeira e usarem óculos conectados com duas câmeras de vídeo colocadas 1,8 m atrás delas. A câmera da esquerda projetava para o olho esquerdo. A câmera da direita projetava para o olho direito. Como resultado, as pessoas viram suas próprias costas da perspectiva de uma pessoa virtual sentada atrás delas.

Usando duas varas, Ehrsson tocou no peito de cada pessoa por dois minutos com uma vara enquanto movia a segunda sob as lentes da câmera, como se estivesse tocando o corpo virtual.

Novamente, quando os toques eram sincronizados, as pessoas tinham a sensação de estar fora de seus corpos - nesse caso, vendo a si mesmas de uma distância, onde seus "olhos" estavam.

Depois Ehrsson pegou um martelo. Enquanto as pessoas estavam vivenciando a ilusão, ele fingiu esmagar o corpo virtual acenando com o martelo logo abaixo das câmeras. Imediatamente, os participantes registraram uma resposta à ameaça medida por sensores em sua pele. Eles suaram e os pulsos se aceleraram.

Eles também reagiram emocionalmente, como se estivessem vendo a si mesmos se machucarem, disse Ehrsson.

As pessoas que participaram dos experimentos disseram que tiveram a sensação de sair de seus corpos, mas não uma forte sensação de flutuar ou rodar, como é comum nas experiências extracorpóreas, disseram os pesquisadores.

O próximo conjunto de experimentos vai envolver desconectar não só o toque e a visão, mas outros aspectos do corpo sensorial, inclusive a sensação da posição do corpo no espaço e o equilíbrio, disseram.

É provável que tais desencontros ocorram naturalmente quando regiões multi-sensoriais do cérebro são privadas de oxigênio após um ferimento ou choque. Ou elas podem ser induzidas durante o sono, esportes extremos ou práticas intensas de meditação que alteram o fluxo sangüíneo para partes específicas do cérebro.

Tradução: Deborah Weinberg

Coluna do Marcelo Coelho

Ele me faz rir e pensar ao mesmo tempo. Impressionante como esse homem escreve bem. Sou fã (literalmente) declarado dele!

Drogas? Visite nossa drogaria

Vivemos esmagados por uma máquina de acumulação que atua também dentro de nós

ÁVIDO, COMO sempre, por novas formas de experiência, e mais do que nunca atento à aventura de viver, este articulista comunica, a quem interessar possa, que se tornou proprietário de uma escova de dentes movida a pilha, que é de fácil manuseio e tem durabilidade indeterminada.

No começo, essas escovas custavam meio caro. Em menos de um ano, creio eu, tornaram-se baratíssimas, e são daqueles objetos que se penduram perto dos caixas da farmácia para fisgar o consumidor, à espera do comportamento costumeiramente chamado pelos marqueteiros de "compra impulsiva".

Não foi o meu caso. Gosto de resistir a superficialidades. Acontece que, freqüentador obstinado de "farmácias e drogarias" (qual a diferença, afinal?), acumulei certa pontuação num desses programas de fidelidade ao consumidor.

Pontuação baixa, para dizer a verdade. Mas, depois de já ter sido contemplado com uma sanduicheira elétrica e um aparelho para medir pressão, e sem interesse por estojos de primeiros socorros e livros de receitas, restavam-me poucas alternativas de premiação.

À escova, portanto. Foi bem-sucedido o primeiro teste. Comecei movendo o aparelho como se fosse uma escova de dentes comum, mas percebi que o segredo reside em mantê-lo imóvel por bastante tempo em cada, digamos, "área de operação", agindo por meio de deslocamentos não mais contínuos, e sim "seqüenciais" ao longo da minha perplexa arcada dentária.

O ganho, não serei vaidoso se o disser, foi visível. O que era uma tosca faxina aquática dos dentes tornou-se polimento pontual e científico. Passo da vassoura e do esfregão para a era da enceradeira elétrica.

Tornei-me, além disso, meu próprio dentista; o ruído sempre desagradável daquele motorzinho do consultório agora já faz parte do meu cotidiano. A escova faz todo tipo de barulho, variando conforme a zona de incidência; vibra entre meus dedos, oscilando de modo paradoxal entre a ascese e a pornografia.

Já sei que vai acontecer com a escova elétrica aquilo que todo usuário de computador ou dono de carro com direção hidráulica conhece bem. Confortos antes inexistentes tornam-se bens de primeira necessidade, ninguém se conformará em voltar ao passado, e qualquer dia desses estarei pegando o carro, de noite, numa emergência, para comprar pilhas ou cerdas novas para o aparelho de que nunca precisei.

Ah, sim, é por isso que a escova ficou barata. É como nas impressoras a jato de tinta e nos aparelhos de barba com três lâminas paralelas: o lucro não vem da máquina, mas do refil.

Não é um pouco o que fazem os traficantes? Pelo menos é o que se diz: as primeiras doses vêm de graça, o famoso pipoqueiro da porta do colégio as oferece como um brinde, até instalar-se a dependência química e psicológica no consumidor.

A dependência, aliás, já vinha de antes, no meu caso pelo menos. Foi graças à minha fidelidade à drogaria que acumulei os pontos necessários para o brinde.

"Parabéns! Você se tornou mais um escovadito de nosso programa de estímulo à saúde bucal da população." É a rede de farmácias Droga Leve cumprindo mais uma vez seu papel de empresa cidadã.

Exagero um pouco, sem dúvida, mas é mais ou menos desse modo que o consumo se torna conquista pessoal e o lucro, filantropia.

Depois a gente estranha quando campanhas de outro tipo não dão certo. Refiro-me a todos os esforços pensados no sentido de prevenir a obesidade, preservar a natureza, reduzir o consumo de carbono, álcool ou cocaína.

É que todas essas campanhas, para azar do planeta e de todos nós, precisam alertar para a necessidade do "menos", numa sociedade programada o tempo inteiro para o "mais". Vivemos esmagados por uma máquina de acumulação constante; o pior é que ela também funciona dentro de nós.

Não sou completamente pessimista. Logo se inventarão novos produtos despoluidores, novas drogas contra drogas, que talvez evitem o desconforto de diminuir o ritmo de nossas próprias necessidades.

Em vez de bicicletas (quem se aventuraria a usá-las em São Paulo?), um anel gravitacional de filtros solares flutuando na estratosfera. Chama-se a isso progresso. Quem sabe, afinal, se minha escova de dentes movida a pilha não economiza a água do planeta? Espero que, pelo menos, economize a conta do dentista.

Filmes

Os Simpsons - O Filme (2007)

Tudo que uma pessoa que ama os Simpsons podia querer. E eu, ainda, que sou fã do Green Day, fui brindado com a participação especial deles no filme!

A cena da nudez frontal do Bart é sensacional. Do jeito que só os Simpsons poderia fazer.

O humor está bem afiado, mas o final é positivo-babacóide. Nada que prejudique o filme.

Não vou falar mais pra não estragar as surpresas.

Se Eu Fosse Você (2006)

Eu tenho muito preconceito com filmes apoiados pela Globo. Principalmente os que tratam de temas históricos - como o horrível "Olga", que não faz juz ao livro.

Também tenho problemas com os filmes contemporâneos da Globo, como "Redentor". Dela, só confio nas adaptações do Guel Arraes (literário-folclóricas), como "Auto da Compadecida", "Lisbela e o Prisioneiro".

Eu nunca teria alugado esse Se Eu Fosse Você, mas o fiz a pedido de um familiar. E não é que o filme é bonzinho?

A história é boba: um homem e uma mulher (Tony Ramos e Glória Pires, sempre os dois...) que trocam de corpo.

Mas as piadas são boazinhas, apesar de óbvias. O Tony Ramos forçou pra caramba a interpretação, mas funcionou e salvou o filme. Já Glória ficou mais contida e não comprometeu.

Vale ver com a mamãe.

Poder Além da Vida (2006)

Nesta onda de filmes com "lições de vida/superação pessoal" esse até que é bacana.

É a história de um jovem atleta arrogante que muda.

E o diretor deixa claro, principalmente na última cena, que o que vale a pena não é o(a) prêmeio/destinação/recompensa, mas sim a jornada até lá. Ele foi esperto nisso.

Vida


Tem gente que tem medo de tudo, tem medo de viver pq pode morrer. Eu não acredito em destino, mas sei que vou morrer na hora que tiver de morrer. Pode ser saltando de pára-quedas, andando em montanha-russa, dirigindo, atravessando a rua ou discutindo com o chefe, vítima de parada cardíaca ou de bala perdida. So "live and let die!!!"

Estudantes jogam frisbee com mina terrestre

Dois estudantes suíços em férias jogaram frisbee (disco) em praia sem saber que o objeto usado para sua diversão era uma mina terrestre ativa. Lukas Aider, 20 anos, e Christoph Kurz, 19 anos, encontraram a peça em um mergulho no rio Danúbio, em Budapeste, segundo o site Ananova.

Um salva-vidas que viu os dois jogando o objeto interrompeu a brincadeira e chamou imediatamente a polícia. Um esquadrão de bombas chegou ao local e descobriu que se tratava de uma mina antitanque soviética de 6 kg.




[ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: