Eu sou um pinheiro, pois nasci entre os dias 24/8 e 2/9
Requintada e elegante, a pessoa regida sob o signo do pinheiro costuma ter uma personalidade forte e marcante. Raramente se deixa abater e mesmo quando enfrenta um período de dificuldade, consegue vencer.
Voltada sempre para o amor, dedica-se com entusiasmo a pessoa que ama. Pertence ao grupo das pessoas que podem ser consideradas dedutivas e reflexivas.
Quer saber qual o seu signo das árvores? Clique no meu pinheirão, hahahah.
Happy Feet (2006)
Melhor que as últimas animações. É um patinho feio que não só dá lição de moral babaca, mas também ambiental.
Bubble (2005)
Ai ai ai, Steven Soderbergh. Coisa feia, menino. Você tem tudo pra ficar fazendo coisas muito bacanas, mesmo que hollywoodianas, mas fica com esse pseudoexperimentalismo barato que é pseudo intelectual e faz essas porcarias. E nem me venha falar da metáfora com a fábrica de bonecas, que é bem bobinha. E o final nem precisava, né? Bom, pelo menos não é tão ruim como Full Frontal.
Cadê o Kléber, porra????
Goleiro
Fábio Costa (Santos)
Lateral-direito
Paulo Sérgio (São Caetano)
Zagueiros
Antônio Carlos (Santos)
Alex Silva (São Paulo)
Lateral-esquerdo
Andrezinho (Bragantino)
Meio-campistas
Josué (São Paulo)
Maldonado (Santos)
Zé Roberto (Santos)
Atacantes
Edmundo (Palmeiras)
Somália (São Caetano)
Marcos Aurélio (Santos)
Técnico
Vanderlei Luxemburgo (Santos)
Artilheiro
Somália, 13 gols (São Caetano)
Melhor do campeonato
Zé Roberto (Santos)
Melhor do Interior
Andrezinho (Bragantino)
Jogador mais disciplinado
Tiago (São Caetano)
Revelação
David (Palmeiras)
Melhor árbitro
Paulo César de Oliveira
Ver a missa do papa ou a exposição sobre o Darwin????
Essa é do santista Torero!
O melhor dia para escrever
O melhor dia para um cronista escrever é hoje, o dia seguinte a um título do seu time. Aí ele lê todos os jornais com gosto, passeia pelos sites, revê os gols nos telejornais matinais e então, feliz e satisfeito, senta-se em frente ao computador para escrever.
No dia seguinte a um título pode-se exagerar nos adjetivos, pode-se pintar cabeças-de-bagre com tintas de herói, pode-se esquecer polêmicas e falar só de glórias.
No dia seguinte a um título, o sol é mais brilhante, o pão com manteiga é mais saboroso e até o alarme do despertador parece tocar o hino do clube.
Mas falemos do jogo.
O Santos começou com o que lhe faltou na partida anterior: gana, raça, alma. Durante todo o campeonato o time foi competente, tocando bem a bola, marcando gols e defendendo com eficiência. Mas poucas vezes o Santos mostrou raça. As exceções foram nos jogos contra o Palmeiras (mas só acordou depois de estar perdendo) e contra o São Paulo.
Nos dois jogos contra o Bragantino e na partida anterior contra o São Caetano, a equipe se esforçou, mas não se via uma vontade ensandecida de vencer. Não se via aquele desejo animal de devorar a sua presa, não se via o brilho que há no olho do leão antes de ele pular sobre a gazela, não se via a baba do touro antes de ele correr para acertar o toureiro (oh, meus pobres antepassados...).
Porém, ontem, contra o São Caetano, a história foi outra. O time entrou com fome de vitória [o time e a torcida, pois 59 mil pagantes, fora os milhares de bicos, estiveram lá para empurrar o time. Foi quase o que levaram, juntos, Flamengo e Botafogo ao Maracanã (63 mil)].
E o Azulão se deixou intimidar time e pela torcida adversários. Entrou em campo como presa, como vítima, como time pequeno. Na partida anterior também defendeu-se, mas estava sempre prestes a dar um bote. Desta vez só se encolheu num canto, esperando que os dentes seu algoz não o alcançassem.
Mas abro aqui um parênteses: (apesar desta má partida, é preciso lembrar que o São Caetano fez um bom campeonato, ficando em terceiro na fase classificatória, fazendo o artilheiro do torneio e superando ao favorito São Paulo nas semifinais com uma inesquecível goleada.)
A fome de vitória santista foi satisfeita com dois bocados. O primeiro foi o gol de Adailton, o seu primeiro pelo Santos. O segundo foi o gol de Moraes, o seu segundo na carreira. Aliás, fico imaginando como foi a noite deste rapaz de vinte anos. Deve ter sonhado com a volta olímpica, com o troféu, com a multidão no Morumbi gritando seu nome, com a festa no ônibus, com a chegada em Santos e, principalmente, deve ter sonhado dezenas de vezes com seu gol.
Já Fábio Costa deve ter sonhado que saltava para agarrar o troféu enquanto levantava os pés para afastar onze jogadores do São Caetano; o pequeno Marcos Aurélio provavelmente sonhou que tinha dois metros de altura; Pedrinho, que tinha pernas de aço; Adailton, que era centroavante; Maldonado, que escorregava centenas de metros para dar seus carrinhos; Kleber, que cruzava bolas que ganhavam os céus e iam encontrar as cabeças de Ronaldo, Fred, Robinho e Vágner Love pelos campos do mundo; e Zé Roberto, o ex-volante, sonhou com uma partida sem fim, onde ele driblava todos os adversários eternamente.
Enfim, sonhemos todos. E que nunca chegue a terça-feira.
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